Para a criança cada dia é diferente do outro. Ou seja, a dia anterior foi o dia anterior e não faz mais parte do seu passado. O novo dia é tudo o que lhe importa.
Do dia anterior a única coisa que ela traz é o que aprendeu e mesmo assim não sabe disso. Quer dizer ela não sabe que aprendeu antes como enfrentar uma situação nova do novo dia que surge a sua frente. Ela apenas enfrenta a nova situação, como se realmente fosse nova e dedica a ela toda sua energia e experiência acumulada.
Os erros que ela cometeu no dia anterior, ela não lembra mais. Mas agora ela já sabe o que é errado, só não lembra onde aprendeu isso. Se lembra, não dá importância a isso. O importante é que ela já sabe como não deve fazer uma coisa que fez errado antes.
No processo da descoberta de como resolver uma coisa, há imersão total. Todo o seu ser vai estar envolvido na solução daquele problema. Ela não consegue deixar para resolver depois, precisa solucionar logo aquele empecilho. Como ela não esquece, ela própria passa a fazer parte do problema. Assim o problema acaba fazendo parte dela e não sendo uma coisa separada. Sendo ela em si o problema, e como ela passa a viver 24 horas por dia com aquele problema, logo ela o compreende e assim ele, o problema, deixa de existir. Solucionado o problema, ela imediatanente o descarta da sua vida. Ou seja, aquilo não será mais visto por ela como problema, não importa quantas vezes mais ela o encontre daí pra frente.
Na busca de uma solução, como ela não tem conhecimentos sofisticados e a capacidade de complicar, suas soluções são as mais simples e diretas possíveis.
Ela costuma, baseada num problema encontrado, brincar com o problema durante sua busca de uma solução.
Então, problema para uma criança, na maioria das vezes, não são problemas de fato, são uma necessidade básica de aprendizado e motivação. Ambientes que não ofereçam desafios e problemas, não tem a menor graça para elas. Ou seja, problema para elas é quase como se fosse diversão pura.
No processo de busca de uma solução, ela desiste milhares de vezes, tenta milhares de vezes, mas desistir de verdade, isso ela nunca faz.
Um novo dia para uma criança, é de fato um novo dia. Esse novo dia não faz parte do dia anterior. É comum as crianças, brincarem com seus velhos brinquedos como se nunca os tivesse visto antes.
Pessimismo para uma criança é, ver a mãe ou o pai triste, irmão, amigo ou outra criança doente, adultos com problemas que fazem questão de externá-los na sua presença. Otimismo para uma criança é, ver um adulto com problemas sorrindo, outra criança doente sorrindo, pessoas da família tristes mas sorrindo. No seu mundo, existem apenas dois tipos de problemas, aqueles que devem ser enfrentados não importa a situação daquele momento e aqueles que devem ser esquecidos se não são importantes naquele momento.
Uma criança quando fica ou está doente, não sabe que ficar doente é ruim. Ela sente os efeitos físicos da doença, mas ela planeja seu futuro como se não existisse obstáculo algum à sua frente. Ela planeja seu dia seguinte como se nada estivesse acontecendo. Não desanima em momento algum, sabe na sua simplicidade psicológica que doença e saúde não estão separadas, tudo é uma coisa só. É muito importante notar que ela nunca diz: "Se eu ficar boa...", e sim "Amanhã quando eu melhorar eu vou fazer isso e aquilo...". Também ela ainda não teve tempo de desenvolver o apêgo às coisas, assim medo e insegurança não existe em seu mundo simples. Seu mundo se resume a duas coisas; O dia que ela está disposta para brincar e o dia que não está. Desse modo ela não vê doença e saúde como coisas distintas.
Uma criança, tem a capacidade excepcional de guardar para sempre os bons momentos e usá-los como experiência pelo resto de sua. Tem também a capacidade de guardar para sempre os maus momentos e usá-los como experiência pelo resto de sua vida. Tem também a capacidade de não Ter saudade ou lembrança mórbida nem de bons nem de maus momentos.
Ela não conta os dias que já viveu ou ainda vai viver. Isso não tem a menor importância. Como ela não baseia sua vida nisso, quer aprender sempre e todos os dias. Ela sequer sabe o que vai fazer com o que aprende ou vai aprender, simplesmente ela quer aprender mais e mais. Se ela vai Ter tempo para usar o que está aprendendo ou vai aprender, não faz parte do seu pensamento. Viver para ela é uma coisa muito simples. Ela pensa, amanhã eu faço de novo. Nunca diz, amanhã eu tento de novo, ou diz, será que isso vai dar certo amanhã..?. Incerteza para ela é só uma palavra cujo significado ele desconhece. Fazer, não fazer, tentar e tentar mais, para ela é a mesma coisa.
O dia para uma criança, não tem o limite de oito ou vinte e quatro horas. Para uma criança o tempo cronológico não existe. Para uma criança o ano todo é igual a um dia. Noite e dia é a mesma coisa. A diferença é que uma parte é clara e tem sol e a outra não. Apenas o tempo psicológico faz parte de sua vida. E tempo psicológico não trabalha dentro dos ponteiros de um relógio. O tempo psicológico é toda sua vida naquele único minuto ou instante.
Postado por °o.O Wanessa e Leana O.o° às 20h16
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Quase todas as transformações tecnológicas geram revoluções humanas e sociais em suas áreas correlatas. Por exemplo, não temos mais as famosas tinturarias, as serpentinas de cano que esquentavam a água nos fogões à lenha. Os correios quase não entregam mais cartas e correspondências, mas tiveram de inventar outras atividades para que pudessem sobreviver enquanto empresa. Assim acontece no mundo do marketing, dos fest-foods, do esporte, do lazer, das comunicações, do transporte. Enfim, tudo muda, se transforma, se atualiza com o advento da tecnologia moderna, com as novas e sofisticadas invenções que facilitam a vida, agregam mais conforto, diminuem gastos e custos, aceleram movimentos, reduzem distâncias, etc. Só a velha escola é que continua a mesma, desde muito antes de nossos tetra-avós, devendo, pelo modo como vemos, continuar assim ainda por gerações a fio. Ela é uma organização intransigente, velha, cascosa, grossa, antiga mesmo. Resiste muito bem e com todas as forças a quaisquer formas de mudança. Tais como as conhecemos, as escolas aí estão há um sem número de séculos de história da dita evolução da humanidade. Elas dão aulas. Meramente instruem. Reproduzem os conhecimentos. Antes, mimeografavam, hoje, xerocam os textos prontos, repassam as informações sem averiguá-las, questioná-las, analisar seu contexto, sua importância e sua finalidade nem mesmo técnica, quanto mais a humana, prática, histórica e social. Chegamos há um tempo em que a Internet realiza com muito mais eficiência e dinamicidade aquilo que as escolas fazem de forma lenta, monótona, atrasada e muito desinteressante. Faltam às escolas, o que a tecnologia tem de sobra: recursos, versatilidade, criatividade, ousadia, suspense, processos e resultados fabulosos e imediatos. O que leva ao deleite, ao prazer, à busca do conhecimento, ao interesse. Brincando outro dia no meu computador, encontrei um sem número de sites que ensinam passo as passo desde operações matemáticas mais simples, até sofisticadas equações de física, de álgebra, trigonometria, cálculos dos convencionais aos mais modernos, complexos e sofisticados. E usam para isso cores, estilos diferenciados, movimentos, círculos, setas que mudam de tamanho, que rodam, mudam de sentido, de forma, prendem a atenção de forma lúdica e motivadora, tão diferente e superior à maioria de nossas aulas tão cansativas e mórbidas. Sons que vibram, que repetem barulhos da natureza, que emitem músicas, induzem ao silêncio, à reflexão; uma verdadeira maravilha. Sites, blogs, bibliotecas virtuais, exposições on-line, teleconferências e infinitas inovações que ensinam de forma sofisticada todos os conhecimentos das ditas ciências físicas, práticas, mecânicas, biológicas, humanas, exatas. De forma que as escolas que temos e que meramente instruem, repassam, realinham o conhecimento pronto estão definitivamente superadas na ordem das coisas, no processo de evolução histórica da humanidade. E o que quer que as escolas façam neste sentido, o de meramente instruir, induzir, fazer decorar os conhecimentos prontos, a Internet é capaz de fazer melhor, mais rápido, com uma mínima margem de erros e com uma estrondosa capacidade de resultados imediatos, legítimos, e, mais que isto, enormemente satisfatórios para todos. Da maneira em que foram concebidas e que até hoje aí estão, as escolas ocupam um espaço que não é mais delas, mas da Internet, dos computadores, da alta tecnologia, atualmente, em grande acesso, muitas vezes a preços populares, em ambientes públicos, em locais terceirizados, em casa e altamente utilizadas para tais fins. De forma que nos encontramos numa bifurcação histórica frente aos processos de evolução do conhecimento. De um lado, podemos tranqüilamente sugerir que o governo transforme as escolas em grandes casas de computação (Lan House), onde o aprendiz recebesse a orientação mínima que poderia ser dada pelo próprio computador. E ali faria seus estudos com muito mais rapidez, eficiência de resultado, com uma metodologia no seu ritmo e mais motivação e interesse. Pois é muito melhor estar no computador, onde a criança, o adolescente, o jovem, ou mesmo o adulto passa horas seguidas sem pestanejar; do que assistir as aulas enfadonhas, sem interesse, mal-dadas, mal-pagas e mal-preparadas para que justamente, ninguém aprenda nada. Em seguida, ele poderia escolher a seqüência, o assunto, o método, a lógica que mais o interessasse. Depois, de período em período, ele faria, digamos, uma prova para o MEC, pela própria Internet e assim que estivesse pronto, seria certificado do seu nível de conhecimento, com que prosseguiria seus estudos com bem mais prazer e, evidentemente, com bem mais naturalidade e bem-estar. Isto sem falar que muitos estudariam em casa, a custo zero para o governo. Seria muito bom em todos os aspectos. Quanto aos professores e pessoal da escola, uma vez justificada a sua absoluta falta de necessidade profissional teriam, por exemplo, o mesmo destino dos trocadores de ônibus que foram gradativamente substituídos pelas catracas que não adoecem, não se estressam, não tiram folga, não erram o troco e tudo continua funcionando maravilhosamente bem. Pois a função minimamente técnica como a que os educadores de uma maneira geral vêm exercendo, deve ser cumprida por máquina. É um desperdício e um descalabro sub-aproveitar gente para fazer isso, como vem acontecendo nas nossas escolas frias, secas, desinteressantes em tudo. Talvez, desta forma, a escola continue sendo necessária nas séries iniciais, onde o aluno tem acesso aos números, às letras e aprende a ajuntá-los; a única coisa que ela tem feito e que de fato acrescenta algum valor, alguma sabedoria aos que aprendem. Daí para a frente a tecnologia e a eletrônica têm dado mostras de uma muito maior eficiência e eficácia no campo do ensinar, do aprender e do instruir para reproduzir o conhecimento o que é muito pobre frente à complexidade das exigências do mundo de hoje . Uma outra suposição possível, e, esta sim, comunga com os ideais da educação enquanto ciência e prática social contextualizada, seria a escola partir daí, de depois da Internet, para fazer o indivíduo pensar, a analisar criticamente o teor do conhecimento que adquiriu. Facilitar a interação do saber com a intersubjetividade do ser. Tornando-o capaz de usar o seu saber. Contextualizando-o efetivamente à sua vida, realizar as conquistas de que necessita, contribuindo como agente social para melhorar o mundo para todos. Para continuar existindo a escola e a educação formal precisam ir além dos limites da ideologia, da contestação política, se atrever, ousar, ser afetiva, personalista, intermitente, nova. Ensinando o indivíduo a ser livre, crítico, autônomo, sensível, afetivo, criador. Agregando outros saberes que não os unicamente ditados pela perversidade do capitalismo caquético, centralizador e periférico que constitui nosso tormento e nossa agonia maior enquanto cidadãos e seres vivos. É preciso que elas passem a ensinar o amor, a afetividade, a compaixão, a harmonia, a ecologia, a beleza. Mas para que isto aconteça é necessário que os educadores em geral e os professores em particular aprendam primeiro estas lições. Pois a vasta maioria deles é cega neste sentido e está muito longe de saber disto. E o pior, de querer ter este conhecimento. O caos, as crises das escolas são sintomáticos, permanentes e não, casuais. Eles são um convite para que os educadores mudem suas práticas, repensem profundamente seus conceitos. Que agreguem qualidade ao que fazem que ensinem também a inventar e não somente o que foi inventado. Que construam com seus alunos a história das civilizações contemporâneas e não os obriguem a se conduzirem pelas mesmas trilhas de um passado que não mais deveria existir. Mas tudo isto requer trabalho, leituras, mudanças. E, acima de tudo, deveremos abrir mãos de privilégios caducos, de poderes simbólicos e inexpressivos a que tanto nos apegamos pela nossa cultura competitiva, linear e estagnada. Não temos mais que conscientizar os educadores. Precisamos acordá-los para que não sejam ceifados pelo marasmo0, pela morte antes mesmo de abrirem seus olhos para vislumbrarem os horizontes de prosperidade, vida, sonhos e alegrias. Que talvez, nunca virão. Pois a educação que temos jamais o permitirá.
____________ (*)Professor, pesquisador e conferencista em educação. Autor dos livros: Paradigmas em educação no novo milênio; Escolas & Hospícios – ensaio sobre a educação e a construção da loucura (Ed. Kelps-Goiânia). Estando no prelo: Reflexões de Giovana – educação para a vida em plenitude.
Postado por °o.O Wanessa e Leana O.o° às 20h49
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Computador portátil para crianças em escolas
Nicholas Negroponte, o fundador do lendário MIT Media Lab, tem como meta oferecer um computador portátil a cada criança na escola, particularmente nas regiões mais pobres do planeta. E o primeiro passo para fazer isso acontecer é reduzir o preço, gradualmente, a US$ 100. Quando Negroponte revelou a idéia no Fórum Econômico Mundial, em janeiro, ela parecia ser desvairadamente ambiciosa. Para a surpresa de muitos, porém, a proposta começa a virar realidade. Negroponte pretende apresentar o primeiro protótipo do equipamento em novembro, numa reunião de cúpula da ONU. Cinco países - China, Brasil, Egito, Tailândia e África do Sul - já disseram que vão comprar mais de um milhão de unidades cada. A produção deverá começar no fim de 2006.
Um Portátil por Criança, exibe a primeira versão do seu computador portátil XO, contendo muitas características direccionadas à ajuda das crianças a aprenderem no seu próprio ambiente.
A coisa mais difícil sobre a aprendizagem na utilização do notebook do projecto XO da OLPC - One Laptop Per Child (Um Portátil por Criança) está em encontrar a maneira correcta de abrir o display. Uma vez encontrado o screen, basta seguir os ícones para escrever uma nota, editar uma foto, ou compor uma melodia.
O OLPC convidou analistas e repórteres a experimentarem a versão B2 dos seus computadores durante uma conferência de imprensa nos seus, escritórios, em Cambridge,Massachusetts. O grupo planeia começar a produção em massa, apesar do anúncio ele cobrará agora 175 dólares para cada um do que tinha sido o "computador portátil de centena de dólares."
Aquele preço está ainda muito abaixo dos 500 dólares, encontrados na maioria das lojas nos Estados Unidos. Um desconto que da esperanças de a OLPC vir a desenvolver nações para comprar computadores portáteis XO em grandes quantidades e fornecê-los a crianças de escola.
Com as suas linhas curvas, capa plástica verde brilhante, e antenas de WiFi, que mais parecem umas orelhas de um cachorro, XO é também fácil transportar.
Até mesmo na alimentação deste computador portátil foi um jogo. Os desenhadores da OLPC retiraram a excêntrica mão icónica utilizada em versões mais adiantadas, como o autor do motor em um Modelo T Ford. Mas eles ainda oferecem o carregador montado num cabo USB como um acessório opcional para utilizadores sem acesso a tomadas elétricas fiáveis. Outras escolhas para alimentação incluem, um pedal, um adaptador de bateria de carro e um painel solar do tamanho de uma bandeja de café.
Para além da quantidade de fontes de alimentação criativas, os projectistas da OLPC trocaram a velocidade de trabalho por uma autonomia maior. Em vez da do Windows Vista da Microsoft OS, eles usaram o Red Hat da Fedora Linux de; em vez de um disco rígido de 80 GB, eles usam o 1GB flash drive NAND; e em vez de um processador Dual-Core de 3GHzl, o B2 XO usa um 400MHz Geoda GX 533 da AMD.
Na prática, o chip da Geoda fornece um bom poderio para lançar aplicações como pintura, calculadora, entre outras aplicações.
Um utilizador pode clicar no ícone em forma de tambor, lançando o programa de composição de música TamTam e produzindo uma sinfonia de coaxar de patos, risos de crianças, e apitos de carro.Depois das gargalhadas, ele pode clicar no ícone da câmera e tirar fotos e videos direccionando o computador para o alvo pretendido.Um ícone em forma de mosaico lança um jogo de Tetris, e a tela do computador portátil pode ser feita girar e usada como tabuleiro para ler um livro de crianças ilustrado e escrito em Farsi.
Contudo, todas aquelas aplicações que correm ao mesmo tempo, o XO pode começar a responder lentamente. Essa experiência pode ser confusa para um utilizador acostumado à velocidade de um notebook de negócios, mas um rápido reiniciar faz regressar o XO ao seu estado original. As futuras versões poderão ser melhor executadas, porque a OLPC usará um processador mais rápido, o 433MHz Geoda LX 700.
Em vez dos hierárquicos menus, já familiares aos utilizadores do Windows, a interface Sugar do XO faz aparecer os ícones da lista de aplicações, como as horas dispostas num relógio.O teclado do XO traria dificuldades a qualquer adulto que quisesse escrever um historia de 500 palavras.As teclas são muito juntas, para o tornar mais compacto.
A OLPC responde àquela crítica indicando que o XO não é projectado para o uso em escritórios modernos, mas para três traços universais que cada criança tem em comum: aprendizagem, socialização, e criação.
É por isso que a página principal do XO, mostra um mapa gráfico de sinais de WiFi até 2 quilómetros de distância, permitindo todos os computadores portáteis XO numa aldeia, compartilharem desenhos, notas, fotografias, e composições musicais.A rede de computadores portáteis também pode compartilhar uma conexão de Internet única, permitindo-os usar um ISP distante ou um servidor de prédio escolar único.
E então colegas, o que vocês acharam dessa reportagem?
Postem suas opiniões (COMENTÁRIOS) sobre:
Cada aluno receber um laptop para aprimorar seu desenvolvimento.
A tela do computador portátil ser usada como tabuleiro para ler um livro.
O o programa de composição de música TamTam.
Em vez do Windows Vista da Microsoft OS a utilização do Red Hat da Fedora Linux.
E outros argumentos que voc~e destacaria nessa reportagem...
Boa noite e beijinhux das autoras
Postado por °o.O Wanessa e Leana O.o° às 14h42
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O computador, a escola, a criança e uma eterna discussão
Estudo recentemente publicado, na Alemanha, desaconselha o uso de computadores nas escolas e nos quartos de crianças. Enquanto é inaugurada, em Munique, a segunda maior feira de tecnologia de informação da Alemanha, a Systems, um estudo publicado, no começo de outubro, pelo Instituto de Pesquisas Econômicas (Ifo), da mesma cidade, arrefece o ânimo de quem acha que todas as escolas devem ser computadorizadas.
A discussão em torno da pergunta se o computador seria prejudicial ao desempenho escolar é tão antiga quanto o próprio computador. Após os resultados das pesquisas realizadas pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD), em 2003, através do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o estado das artes era que as crianças que tinham acesso ao computador, em casa e na escola, possuíam um melhor desempenho escolar.
O resultado das pesquisas realizada pelo instituto bávaro foi claro: crianças com computadores em seus quartos têm piores notas, já que os usam mais para brincar do que para estudar, e o seu emprego, nas escolas, só é proveitoso se ele não for usado mais do que uma vez por semana.
·.¸¸.·´´¯`··._.· Computadores e outros fatores `·.¸¸.·´´¯`··._.·
Como explicam Ludger Wössmann e Thomas Fuchs, do instituto de Munique, outros fatores que influenciam decisivamente no rendimento escolar não foram considerados. Crianças provenientes de famílias cujos pais possuam profissões intelectualmente mais exigentes geralmente possuem computadores em casa. Pelos pais e não pelos computadores, elas apresentam melhor rendimento.
Os pesquisadores alemães sugerem, então, uma utilização moderada do computadores nas escolas, onde a comunicação entre professor e pupilo e a criatividade dos alunos não devem ser prejudicadas. Eles aconselham que as instituições invistam mais em livros e menos em máquinas.
Esta opinião vai de encontro a conclusões feitas nos primórdios da internet. O pesquisador de Ciência da Computação da USP Valdemar Setzer já escrevia em 1996 que "o computador prejudica os jovens até a idade de 16–17 anos, forçando-os a usarem uma linguagem e um tipo de pensamento que são somente adequados após muita maturidade mental". Além disso, "o entusiasmo é por todo o aspecto visual, auditivo e de animação, enfim, é pelo cosmético e não pelo que ele embeleza".
·.¸¸.·´´¯`··._.· Televisão e computador em cena `·.¸¸.·´´¯`··._.·
Na opinião de vários institutos, a televisão ocupa uma posição semelhante à do computador no cotidiano de crianças e adolescentes.
O Instituto de Criminologia da Baixa Saxônia (KFN) realizou estudos com crianças e adolescentes em idade entre 10 e 15 anos. O resultado foi que seu principal passatempo era televisão e computador. O abandono escolar, principalmente entre alunos do sexo masculino, estaria ligado diretamente a este fato, segundo o resultado da pesquisa. O chefe do KFN, Christian Pfeiffer, desaconselha o uso descontrolado desses equipamentos antes dos 14 anos de idade.
Outra pesquisa, feita pela organização não governamental Eurodata TV Worldwide entre nove países, incluindo a Alemanha e o Brasil, e divulgada na França no começo do mês, constatou que as crianças brasileiras são aquelas que mais ficam em frente da televisão no mundo, em média 3 horas e 31 minutos por dia, a americana passa 3 horas e 16 minutos e a alemã, 1 hora e meia.
Segundo dados do IBGE, divulgados em 2004, dos 49,2 milhões de domicílios brasileiros, somente 7,5 milhões possuem microcomputadores, e destes somente 5,6 milhões têm acesso à internet. A televisão está, todavia, presente em 90% deles. Com a iminência da queda dos preços dos computadores, no Brasil, estas proporções irão, certamente, se alterar
Na maioria das vezes, o problema da tecnologia não está nela própria, mas na falta dela. Negar a tecnologia com certeza não é solução. Os resultados destes estudos mostram sobretudo a importância da orientação familiar em um mundo midiatizado, onde tudo parece possível.
E na sua opinião, desaconselha o uso de computadores nas escolas e nos quartos de crianças???
Postado por °o.O Wanessa e Leana O.o° às 14h41
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Dias das Crianças: Eletrônicos ultrapassam brinquedos na preferência das crianças
Eletrônicos ultrapassam brinquedos na preferência das crianças, segundo a consultoria de comércio eletrônico, e-bit. Na lista de produtos mais vendidos para o Dia das Crianças estão eletrônicos, games e tocadores digitais.
Tanto que a expectativa do e-bit é de que estes itens respondam por 14% do volume de vendas na Web no período que antecede o dia 12/10. Enquanto a categoria brinquedos, terá apenas 6%. Para a consultoria estes números revelam o desejo de consumo do novo consumidor da geração high-tech.
O gerente de marketing do Shopping Ibirapuera em São Paulo, Ricardo Portela, concorda que a preferência dos pequenos consumidores mudou também no comércio convencional, e aposta que celulates, Mp3 players como iPod e lançamentos em games serão os produtos mais procurados para o dia das crianças. “A procura por eletrônicos no período deve crescer 12%”, afirma o excutivo.
_______(-_ Crescimento nas vendas online _-)______
Ainda segundo o e-bit, o período de vendas do varejo eletrônico para o Dia das Crianças, que vai de 28 de setembro a 12 de outubro, deve superar o faturamento do ano passado. As lojas virtuais, às vésperas da data comemorativa, devem obter um crescimento de 35%, com faturamento aproximado de R$ 264 milhões em comparação aos R$ 196 milhões atingidos em 2006.
Você já foi as compras???
Qual desses brinquedos você considera mais adequado?
Laptop Piano-X da Xuxa - Candide
O laptop tem 28 atividades que, além de divertir, tem 3 super jogos que usam o piano:
1. Dança das letras;
2. Encontre a letra;
3. Maiúscula e Minúscula;
4. Tecla maluca;
5. Caça letras;
6. Comparações;
7. Bola de cristal;
8. Fique fera;
9. Chuva de meteoros;
10. Seqüência maluca;
11. Imagens;
12. Pares escondidos;
13. Boliche;
14. Ícones gêmeos;
15. Tiro ao alvo;
16. Fim de dia;
17. Jogo da velha;
18. Corrida;
19. Caça ao tesouro;
20. Aterrissagem;
21. Maquiagem;
22. Objeto oculto;
23. Correspondência;
24. Vamos dançar;
25. Música;
26. Piano;
27. Professor de piano;
28. Maratona;
Você vai se divertir e aprender com ele!
É o único laptop que diverte e ainda ensina a tocar piano com teclado de verdade
Escolha uma melodia e componha suas músicas
Um pequeno computador que ajuda seu filho no desenvolvimento cognitivo por meio de atividades divertidas de linguagem, matemática, música e raciocínio lógico
Ele é lindo e tem uma alça para você levá-lo para qualquer lugar!
Idiomas: português.
Aprovado pelo INMETRO
Idade recomendada: maiores de 3 anos.
Postado por °o.O Wanessa e Leana O.o° às 14h39
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21 anos, estudante de Pedagogia - Orientação Educacional, 5° semestre, possui experiência de dois anos na área da educação infantil, atua em projetos de pesquisa sobre Formação Docente e é Trainee da rede de Escolas e Faculades QI.
Comidas
WANESSA
18 anos, estudante de Computação Licenciatura, 1º semestre, e técnico em informática, 2º semestre, lecionei durante 1 ano para idades diversas.